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APOSTOLADO SANTA SÉ DO MINECRAFT | A 5 ANOS EVANGELIZANDO NO DIGITAL

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Livreto Celebrativo - Reinstalação da Diocese de Aparecida e Posse de seu Sexto Bispo.

 LIVRETO CELEBRATIVO

MISSA DE REINSTALAÇÃO DA DIOCESE DE APARECIDA
POSSE DO 6º BISPO DIOCESANO
DOM GUIlHERME GABRIEL DE SANTANA CARDEAL DAVILA

Catedral Basilica, Santuario Nacional de Aparecida - 21.09.2025


A não ser que se encontre legitimamente impedido, o promovido ao múnus de Bispo diocesano deve tomar posse canônica da sua diocese, Ⓗ dentro de dez dias a contar da recepção das Letras Apostólicas, se ainda não tiver sido ordenado Bispo; se já tiver sido ordenado, dentro de sete dias a contar da sua recepção.

Se o Bispo for ordenado na sua própria igreja catedral, toma posse da diocese com o rito da ordenação, no qual são apresentadas e lidas as Letras Apostólicas e o ordenado se senta na sua cátedra. 

Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja, ou não receber a ordenação na sua igreja catedral, toma posse da diocese, dentro do prazo estabelecido pelo direito, com o rito da recepção, como adiante se descreve.  Nestes casos, o Bispo pode, por justa causa, tomar posse da sua diocese por meio de procurador. É contudo, preferível que o Bispo tome posse pessoalmente.

RECEPÇÃO DO BISPO NA SUA IGREJA CATEDRAL

Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja ou não tiver recebido a ordenação episcopal na sua igreja catedral, convocada a comunidade diocesana, far-se-á a recepção com a celebração da Missa estacional, quando pela primeira vez entra na sua Igreja.

RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA

O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

MISSA

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

SAUDAÇÃO

Terminado o rito de imposição, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

No fim, todos aclamam: Graças a Deus, ou outra aclamação apropriada. 

Nas dioceses recém-criadas, a comunicação das respectivas Letras Apostólicas é feita ao clero e ao povo presente na igreja catedral, e o presbítero mais velho de entre os presentes exara ata devida.

Leitor: 

    
PIUS II EPISCOPUS,
SERVUS SERVORUM DEI

CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA 
VIRGINI APARECIDAE DO PAPA 
PIO II
PELA QUAL SE REABRE A DIOCESE DE APARECIDA
A «Coroa refulgente» de Nossa Senhora brilha sobre o universo, orientando toda criatura a dar graças a seu Redentor. De fato, toda devoção santa e piedosa conduz não diretamente a quem se honra, mas ao próprio Cristo, princípio e fim (cf. Ap 22, 13) de toda a fé.

Caríssimos, em verdade, é necessário também que nós, no exercício do nosso ministério sagrado, saibamos conduzir aqueles que precisam ou que se recomendam a nossa condução, para a salvação de suas próprias almas ou de outrem. Muitas vezes, esse exercício exige a abertura de novos horizontes e nos urge que trilhemos novos caminhos, exploremos novas pastagens. 

Com este consentimento, por força do nosso poder apostólico, separamos da Arquidiocese de Mariana, uma parte que compreende as paróquias presentes na cidade de Aparecida, assim, separadas da Arquidiocese de Salvador, REABRIMOS a Diocese de Aparecida, na cidade de Aparecida, no Estado de São Paulo.

Desejamos que, quanto antes, seja criado pelo menos um seminário menor e maior, de acordo com os sagrados cânones e os trâmites da Sagrada Congregação da Educação Católica.

Nomeamos ainda, como Bispo Diocesano, Dom Francisco José Cardeal Schineider que em Solene Liturgia com a minha presença e dos demais veneráveis irmãos, tomará posse da cátedra e instalará a Diocese em momento oportuno. 

Por fim, aos caríssimos filhos de Aparecida, minhas solicitas bênçãos a cada um, e que a Mãe de Deus, a Senhora Aparecida interceda a Deus por cada um de nós.

Dado e passado em Roma, junto a São Pedro, aos dezoito dias do mês de Setembro do ano de dois mil e vinte e cinco, primeiro de Nosso Pontificado.

Pius, Pp. II
Pontifex Maximvs

Contudo, por motivos particulares da Sé apostolica de Pedro, foi eleito um novo pastor para gonvernar esta igreja que hoje será reaberta para a missão pastoral.


O leitor prossegue:

PIUS II EPISCOPUS,
SERVUS SERVORUM DEI

Ao diletíssimo filho, Dom Luiz Davi Card. Petrocchi,
eleito bispo de Aparecida, saúde e bençãos apostólicas.

    A missão do Bispo na Igreja de Cristo é conduzir com fidelidade o rebanho que lhe foi confiado, ensinando, santificando e governando com o coração de um pastor, à semelhança daquele que veio para servir e dar a vida por suas ovelhas (cf. Mt 20,28). O múnus episcopal é, assim, um chamado a ser presença viva do Bom Pastor no meio do povo de Deus, guiando-o com zelo apostólico, prudência e amor paternal.

    A Diocese de Aparecida, que tem a grande honra de ser a sede do Santuário Nacional, coração mariano do Brasil, tornou-se ao longo dos anos um centro de peregrinação e devoção que reúne multidões de fiéis vindos de todas as partes, buscando o amparo da Mãe de Deus. O seu pastoreio exige daquele que a governa uma solicitude particular para com os peregrinos, os sacerdotes, os religiosos e todos os que ali se reúnem para crescer na fé e no amor a Cristo.

    Nos últimos tempos, essa Igreja Particular esteve sob o prudente e zeloso governo de nosso venerável irmão Dom Francisco José Cardeal Schineider, que, com espírito de dedicação e amor à Igreja, conduziu essa Diocese na fidelidade ao Evangelho e na comunhão com a Sé Apostólica. Agora, ao ser transferido para uma nova missão, torna-se necessário prover-lhe um sucessor digno, que possa continuar esta missão com sabedoria e dedicação.

    Após amadurecida reflexão e considerando as qualidades do Venerável Irmão Dom Luiz Davi Cardeal Petrocchi , que até agora serviu à Igreja com fidelidade como Bispo-auxiliar de Salvador, julgamos oportuno confiar-lhe este novo encargo. Assim, pela autoridade que nos foi concedida como Sucessor de Pedro, NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS como Bispo Diocesano de Aparecida, com todos os direitos e deveres próprios deste ofício.

Pressurosamente providenciarás para que tenham conhecimento desta nomeação o clero e a tua grei, ais quais exortamos que todos te recebam como seu Pastor com espirito benévolo e contigo louvem a Deus todo-poderoso, Doador de todos os bens, e prontamente guardem os seus preceitos. Tomarás posse do teu ofício em solene celebração Eucarística, conforme os ritos da Santa Igreja, e solicitará ao Dicastério para os Bispos o teu pálio pastoral, a ser entregue por nossas mãos.

Temos firme convicção que, com um trabalho firme, sobretudo na formação presbiteral e com exemplo de vida, conseguirás um considerável progresso espiritual de tua arquidiocese, confiando sempre no Divino Mestre e na sua Beatíssima Mãe, Maria, a Senhora Aparecida.

    Confiamos à intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, venerada sob o título de Nossa Senhora Aparecida, este novo tempo na vida desta Igreja Particular. Que sob seu olhar materno, o novo Arcebispo possa conduzir o povo de Deus com firmeza na fé, zelo pastoral e dedicação à evangelização, para que Aparecida continue a ser um farol de esperança para todos os que ali acorrem em busca de Deus.

Dado e Passado em Roma, aos vinte dias do mês de Setembro do ano Jubilar de 2025, primeiro de nosso pontificado.

 Pius Pp. II
Pontifex Maximvs

 

℟.: Graças a Deus!

POSSE DA CÁTEDRA

Em seguida, o eleito recebe o báculo e toma posse da cátedra de onde governará vosso rebanho.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

GLÓRIA

Depois, omitidos o ato penitencial e, conforme os casos, o Senhor, tende piedade de nós, o Bispo depõe a mitra, levanta-se, e canta-se: Glória a Deus nas alturas, segundo as rubricas.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, 
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS, 
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO DE DEUS,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS; 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA; 
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 
SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR; 
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; O SALVADOR;
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
À SANTÍSSIMA TRINDADE DEMOS GLÓRIA PARA SEMPRE. AMÉM.

Ou, para a recitação:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Ó Deus, em vossa admirável providência, quisestes que o reino de Cristo se estenda por toda a terra e o gênero humano participe da redenção salvadora; fazei que a vossa Igreja seja sacramento universal de salvação universal  de salvação a todos os homens se revele nosso Senhor Jesus Cristo, o esperado das nações  e Salvador dos povos. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Os 11, 1-4. 8c-9)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo a Timoteo
Caríssimo, segura e digna de ser acolhida por todos é esta palavra: Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores. E eu sou o primeiro deles! 16Por isso encontrei misericórdia, para que em mim, como primeiro, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza de seu coração; ele fez de mim um modelo de todos os que crerem nele para alcançar a vida eterna. 17Ao Rei dos séculos, ao único Deus, imortal e invisível, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 112(113), 1-2. 3-4. 5a e 6-7 (R. 2))

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Mt 10, 7-15)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: 
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43“Não existe árvore boa que dê frutos ruins, nem árvore ruim que dê frutos bons. 44Toda árvore é reconhecida pelos seus frutos. Não se colhem figos de espinheiros, nem uvas de plantas espinhosas.

45O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração. Mas o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, pois sua boca fala do que o coração está cheio. 46Por que me chamais: ‘Senhor! Senhor!’, mas não fazeis o que eu digo?

47Vou mostrar-vos com quem se parece todo aquele que vem a mim, ouve as minhas palavras e as põe em prática. 48É semelhante a um homem que construiu uma casa: cavou fundo e colocou o alicerce sobre a rocha. Veio a enchente, a torrente deu contra a casa, mas não conseguiu derrubá-la, porque estava bem construída.

49Aquele, porém, que ouve e não põe em prática, é semelhante a um homem que construiu uma casa no chão, sem alicerce. A torrente deu contra a casa, e ela imediatamente desabou; e foi grande a ruína dessa casa”.
℣.Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Na homilia, após o Evangelho, o Bispo dirige pela primeira vez a palavra ao seu povo.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Ó Deus, que santificais sem cessar  a vossa Igreja com o mesmo sacrifício pelo qual a purificastes; concedei que, unida a Cristo, sua cabeça, com ele se ofereça a vós e, de coração puro, se conforme à vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.  
℟.: Amém.

PREFÁCIO

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois, pelo sangue do vosso Filho e pela força do Espírito, quisestes congregar de novo os filhos dispersos pelo pecado, para que a Igreja, povo reunido na unidade da Trindade, seja reconhecida como corpo de Cristo e templo do Espírito Santo, para o louvor da vossa imensa sabedoria. Por isso, unidos aos coros dos Anjos, nós vos louvamos e cantamos (dizemosalegres a uma só voz:

SANTO

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.
O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e  + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 
Une as mãos
que nos mandou celebrar estes mistérios.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio*e o nosso bispo Davi, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.
Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.  Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: 
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, governai com bondade a vossa Igreja alimentada nesta santa ceia, para que conduzida por vossa mão poderosa, cresça na liberdade e permaneça firme na integridade da fé. Por Cristo, nosso Senhor.   
℟.: Amém.

LEITURA DA ATA DA POSSE
Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
Chanceler: Aos vinte e um dias do mês de setembro do Ano do Senhor de dois mil e vinte e cinco, dentro do Ano Jubilar da Esperança, na Igreja Basílica de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, reunida solenemente a Santa Igreja Particular, procedeu-se à solene instalação da Diocese de Aparecida, ereta novamente por determinação da Sé Apostólica, após anos de supressão ocorrida no tempo do Sumo Pontífice Clemente V.

Na mesma celebração litúrgica e canônica, tomou posse canônica o Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Dom Luiz Davi Cardeal Silva, nomeado por Sua Santidade o Papa Pio I para ser o sexto Bispo desta Diocese reconstituída.

Na presença do Colégio de sacerdotes, religiosos e religiosas, seminaristas, fiéis leigos e distintas autoridades civis, procedeu-se à leitura da Bula Pontifícia de Nomeação e da Carta Apostólica de Ereção da Diocese. Em seguida, o novo Bispo foi conduzido à cátedra episcopal, recebendo o báculo pastoral, sinal do múnus de apascentar o rebanho de Cristo atravez de Dom Guilherme Gabriel de Santana Cardeal Davila.

Concluídos os ritos da posse canônica e da instalação diocesana, celebrou-se a Santa Missa Solene em ação de graças, presidida por Dom Luiz Davi, que dirigiu ao Povo de Deus a sua primeira exortação pastoral, conclamando todos à unidade, à esperança e à fidelidade a Cristo, sob o patrocínio de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil.

E, para constar, lavrei a presente Ata, que será assinada pelo Bispo Diocesano, pelos membros do Colégio sacerdotal e por testemunhas presentes, sendo fielmente guardada no Arquivo da Cúria Diocesana de Aparecida.

Dado e lavrado na Basílica Nacional de Aparecida, aos vinte e um dias do mês de setembro do Ano Jubilar da Esperança, sob o olhar materno da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe e Padroeira do Brasil.

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Diác ou Sac.: Caros irmãos, o nosso amado Pastor, Dom Luiz Davi Cardeal Silvapor graça da Santa Sé Apostólica, bispo desta Santa Igreja deiocesana de Aparecida, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Pio, por nosso pastor e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Diác ou Sac.: Inclinai-vos para receber a bênção.

E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:
Pres.: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Vhirghem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

O bispo toma o báculo e abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
 Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai  e Filho  e Espírito  Santo. 
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.