MISSA DE IMPOSIÇÃO DO PÁLIO PASTORAL A
DOM JOÃO VICTOR CARD. SPENGLER
NA MEMÓRIA DE (santo)
PRESIDIDA PELO NÚNCIO APÓSTOLICO PARA O BRASIL
DOM GUSTAVO OLIVEIRA TAGLER
XX.XX.XXXX
Todos os fiéis leigos e aqueles que não participaram da celebração anterior adentram a Catedral e tomam seus lugares. Os concelebrantes, diáconos, presbíteros, bispos e cardeais, permanecem na sacristia, em atitude de recolhimento, aguardando a chegada do Núncio Apostólico no Brasil e do Arcebispo.
O Núncio Apostólico e o Arcebispo, trajando sobrepeliz, ingressam solenemente na Catedral pela porta principal e dirigem-se à sacristia. Ao chegarem, todos se recolhem em oração silenciosa e, em seguida, revestem-se com as vestes litúrgicas próprias, preparando-se para a procissão de entrada
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA.
TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI
BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA NO ENTANTO SENHOR, ESTAVAS DENTRO DE MIM, E EU FORA DE TI
EMBORA CONFUSO, VIA A BELEZA, DE TUAS CRIATURAS
TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA. TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA
COMIGO TU ESTAVAS, E EU LONGE DE TI PRESO ÀS CRIATURAS
ELAS ME AMARRAVAM, QUERENDO ME RETER, LONGE DE TI
TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA. TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA
ENTÃO ME CHAMASTE, E TUA MEIGA VOZ, ABRIU MEUS OUVIDOS
ENTÃO ME TOCASTE, E A TUA LUZ AMIGA, MEUS OLHOS CLAREOU
TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA. TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA
TU DERRAMASTE, TEU SUAVE PERFUME, DE TI TENHO SEDE
TU ME TOCASTE, E AGORA SÓ ANSEIO, PELA TUA PAZ
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Em seguida, dispõe-se um genuflexório diante do altar, a fim de que, posteriormente, o Arcebispo possa ajoelhar-se e prestar o seu juramento.
SAUDAÇÃO
Então, a Missa inicia-se com o sinal da cruz e segue como de costume.
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Pres.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
℟.: Amém.
O Núncio Apostólico para o Brasil faz um breve informativo sobre a celebração da Santa Missa.
Após o informativo do Núncio Apostólico, um diácono ou um presbítero designado dirige-se à assembleia e anuncia:
Diác. ou Presb.: Acompanhemos, neste momento, a profissão de fé, o juramento de fidelidade e a imposição do Pálio.
PROFISSÃO DO METROPOLITA E IMPOSIÇÃO DO PÁLIO
Ajoelhado diante do genuflexório, o Arcebispo professa solenemente a sua fé, dizendo:
Arcebispo: Eu, N., com firme fé creio e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis.
Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas.
E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus; e encarnou-se pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado; ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai.
De novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu Reino não terá fim.
Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; Ele que falou pelos profetas.
Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica.
Professo um só batismo para a remissão dos pecados.
E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
O Arcebispo continua dizendo:
Arcebispo: Com firme fé, também creio em tudo o que se contém na Palavra de Deus, escrita ou transmitida, e que é proposto pela Igreja como divinamente revelado e de fé, quer por definição solene, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente acolho e guardo todas e cada uma das afirmações propostas definitivamente pela mesma Igreja, acerca da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim, presto minha adesão, com religioso acatamento de vontade e de inteligência, às doutrinas enunciadas pelo Romano Pontífice ou pelo Colégio dos Bispos, ao exercerem o magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
O Arcebispo continua dizendo:
Arcebispo: Eu, N., tendo assumido o ofício de Arcebispo nesta Sé Metropolitana de São Salvador, prometo conservar-me sempre em comunhão com a Igreja Católica, tanto por palavras como pela minha conduta. Desempenharei com diligência e fidelidade os deveres a que estou obrigado para com a Igreja, tanto universal como particular, na qual fui chamado a exercer o meu ministério, segundo as normas do direito. No exercício do encargo que me foi confiado em nome da Igreja, conservarei intacto, transmitirei e explicarei fielmente o depósito da fé, evitando toda doutrina contrária a ele. Observarei as leis eclesiásticas, especialmente as contidas no Código de Direito Canônico. Seguirei com obediência cristã o que os sagrados pastores, doutores e mestres autênticos da fé estabelecerem como chefes da Igreja, e prestarei fiel auxílio ao Romano Pontífice, para que a ação apostólica, exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em plena comunhão com ela.
Um diácono aproxima-se, trazendo o Evangeliário fechado. O Arcebispo, ajoelhado, coloca a mão sobre ele e diz:
Arcebispo: Assim Deus me ajude, e estes santos Evangelhos que toco com minhas próprias mãos.
Diác. ou Presb.: Todos de pé, acompanhemos, a oração de imposição do Pálio.
O Núncio Apostólico diz:
Pres.: Para a glória do Deus todo-poderoso e o louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria e dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, em nome do Romano Pontífice, o Papa João, e da Santa Igreja Romana, nós te entregamos o pálio, que esteve guardado junto ao túmulo de São Pedro. Ele te é entregue para ornamento da Sé episcopal de São Salvador a ti confiada, em sinal do poder de Metropolita, para que o uses nos limites de tua província eclesiástica. Que este pálio sirva para ti como símbolo de unidade e convite à Salvador, para que, no dia da vinda e da revelação do grande Deus e príncipe dos pastores, Jesus Cristo, possas receber, com as ovelhas a ti confiadas, a estola da imortalidade e da glória eterna. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Em seguida, o Núncio Apostólico coloca o Pálio sobre o Arcebispo, abraça-o solenemente e retorna à cátedra. O Arcebispo, então, senta-se à direita da mesma.
ATO PENITENCIAL
Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres.: Senhor, que viestes procurar quem estava perdido, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos, tende piedade de nós.
℟.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que congregais na unidade os vossos filhos dispersos, tende piedade de nós.
℟.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.
HINO DO GLÓRIA
Canta-se em seguida o hino:
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO PODEROSO
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR NOSSO JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
SÓ VÓS SOIS SANTO
SÓ VÓS O SENHOR
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS!
AMÉM!
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
x
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(x)
Leitor:
x
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(x)
— x
— x
— x
— x
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Aleluia!)
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
x
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
()
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo x.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: x
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até e nasceu da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
OS DONS QUE TRAGO AQUI
SÃO O QUE FIZ, O QUE VIVI.
O PÃO QUE OFERTAREI,
POUCO DEPOIS COMUNGAREI.
ASSIM, TUDO O QUE É MEU,
SINTO TAMBÉM QUE É DE DEUS.
ESFORÇOS, TRABALHOS E SONHOS.
O AMOR CONCRETO E FELIZ DESSE DIA.
POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO,
TUDO OFERTAMOS AO PAI NA ALEGRIA.
JESUS NOS QUIS CHAMAR,
PARA SEGUIR E AJUDAR
E AQUI NOS VAI DIZER,
COMO SERVIR E OFERECER
DEUS PÕE NAS MINHAS MÃOS,
PARA EU PARTIR COM MEUS IRMÃOS.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: x
℟.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA X
x
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Recordando os Santos e Santas que se consagraram a Cristo por amor ao reino dos céus, celebramos a vossa admirável providência; por ela, reconduzis a humanidade à santidade original e nos fazeis saborear, já aqui na terra, os dons reservados para o céu. Por isso, com todos os Anjos e Santos, nós vos louvamos, cantando a uma só voz:
Santo
(Santo)
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO!
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM
VOSSA GLÓRIA, ÓH SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANAS AO SENHOR!
BENDITO AQUELE QUE VEM
EM NOME DO SENHOR!
HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA!
HOSANAS AO SENHOR!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois,estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir. Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa João, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, Santa Margarida Maria e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!
DAI-NOS A VOSSA PAZ! DAI-NOS A PAZ!
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
VEM E EU MOSTRAREI QUE O MEU CAMINHO TE LEVA AO PAI,
GUIAREI OS PASSOS TEUS E JUNTO A TI HEI DE SEGUIR.
SIM, EU IREI E SABEREI COMO CHEGAR AO FIM.
DE ONDE VIM, AONDE VOU: POR ONDE IRÁS, IREI TAMBÉM.
VEM, EU TE DIREI O QUE AINDA ESTÁS A PROCURAR.
A VERDADE É COMO O SOL E INVADIRÁ TEU CORAÇÃO.
SIM EU IREI E APRENDEREI MINHA RAZÃO DE SER.
EU CREIO EM TI QUE CRÊS EM MIM E À TUA LUZ VEREI A LUZ.
VEM, E EU TE FAREI DA MINHA VIDA PARTICIPAR.
VIVERÁS EM MIM AQUI: VIVER EM MIM É O BEM MAIOR.
SIM EU IREI E VIVEREI A VIDA INTEIRA ASSIM.
ETERNIDADE É, NA VERDADE, O AMOR VIVENDO SEMPRE EM NÓS.
VEM, QUE A TERRA ESPERA QUEM POSSA E QUEIRA REALIZAR,
COM AMOR, A CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO NOVO E MUITO MELHOR!
SIM, EU IREI E LEVAREI TEU NOME AOS MEUS IRMÃOS.
IREMOS NÓS E O TEU AMOR VAI CONSTRUIR ENFIM A PAZ!
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
x
℟.: Amém.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
℣.: Inclinai-vos para receber a bênção.
O celebrante diz:
Pres.: Bendito seja o nome do Senhor.
℟.: Agora e para sempre.
Pres.: Nossa proteção está no nome do Senhor.
℟.: Que fez o céu e a terra.
Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.