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COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT - EVANGELIZANDO VIRTUALMENTE

COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT - EVANGELIZANDO VIRTUALMENTE

Solene Pontifical e Início dos Trabalhos Pastorais de Sua Eminência Dom Guilherme Gabriel, Administrador Apostólico para a Diocese de Brasília.

LIVRETO CELEBRATIVO

SOLENE PONTIFICAL EM AÇÃO DE GRAÇAS
09.06.2026

Acolhida do Administrador Apostólico
Presidida por Dom Guilherme Gabriel de Santana Cardeal Dávila

"Se me amas, apascenta as minhas ovelhas"
____________________

O Bispo na faixada da Igreja, beija a Cruz, e segue portado com Veste Coral, púrpura ou Capa Magna.  Pelo corredor principal, asperge o povo, e entra na Capela do Santíssimo fazendo um breve momento de adoração. 

CHEGADA DO BISPO

RECEPÇÃO DO ADMINISTRADOR
(Christus Vincit)

A celebração tem inicio como de costume, sendo presidida integralmente pelo Bispo que toma posse.

Terminada a reverência, o Bispo e os outros clérigos, dirigem-se para a sacristia e se paramentam para a Missa.

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
(Ecce sacerdos magnus)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

ECCE SACERDOS MAGNUS,
ECCE SACERDOS MAGNUS,

QUI IN DIEBUS SUIS PLACUIT DEO,
ET INVENTUS EST JUSTUS.

IDEO JUREJURANDO FECIT ILLUM 
DOMINUS CRESCERE IN PLEBEM SUAM.

BENEDICTIONEM OMNIUM GENTIUM DEDIT ILLI,
ET TESTAMENTUM SUUM CONFIRMAVIT SUPER CAPUT EJUS.

REQUIEM AETERNAM DONA EIS, DOMINE,
ET LUX PERPETUA LUCEAT EIS.

REQUIESCANT IN PACE.
AMEN.

GLORIA PATRI, ET FILIO, ET SPIRITUI SANCTO,
SICUT ERAT IN PRINCIPIO, ET NUNC, ET SEMPER,
ET IN SAECULA SAECULORUM. AMEN.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA´
((Cf. Sl 95, 3-4))

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Cantáte et psállite in córdibus vestris Dómino, grátias agéntes semper pro ómnibus in nómine Dómini nostri Iesu Christi Deo et Patri.

SAUDAÇÃO INICIAL

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In  nomine patria, et fili et Spiritus Sancti.
℟.: Amen.

Pres.: Pax vobis. 
℟.: Et cum spíritu tuo. 

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

APRESENTAÇÃO DO ADMINISTRADOR

LEITURA DA BULA

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.
_______________________

BONIFACIUS, EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
PRIMAS ITALIÆ ET ARCHIEPISCOPUS PROVINCIÆ ROMANÆ METROPOLITANUM
 DOMINUS STATUS VATICANÆ CIVITATIS 
PATRIARCHA OCCIDENTIS
AD PERPETUAM REI MEMORIAM

Ao venerável Filho, Guilherme Gabriel de Santana Cardeal Dávila, Secretário de Estado do Vaticano, nomeado Administrador Apostólico para a Diocese de Brasília, saúde e benção apostólica.

Considerando as atuais necessidades pastorais da Igreja que peregrina em Brasília e desejando assegurar a continuidade do governo e da solicitude pastoral daquela porção do Povo de Deus, julgamos oportuno prover, de modo temporário e Urgente, à sua administração até que seja nomeado e tome posse canônica um novo Pastor próprio.

Por isso, com a plenitude da autoridade apostólica que nos foi confiada, NOMEAMOS o Eminentíssimo Guilherme Gabriel de Santana Cardeal d'Ávila, Administrador Apostólico da diocese de Brasília, concedendo-lhe todas as faculdades, direitos, deveres e prerrogativas inerentes a este ofício, para que governe, pastoreie e organize a referida diocese em nosso nome e segundo as normas do direito Canônico, até ulterior disposição desta Sé Apostólica.

Rogamos ao Deus Todo-Poderoso que assista com sua graça o ministério confiado ao Eminentíssimo Cardeal, enriquecendo-o com sabedoria, prudência e caridade pastoral. Confiamos a Diocese de Brasília à proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, para que permaneça firme na fé, zelosa na caridade e perseverante na esperança.

Dado em Roma, junto de São Pedro, aos sete dias do mês de Junho do Ano do Senhor de 2026, Primeiro de Nosso Pontificado.

+ Bonifacius, Pp. I
Pontifex et Papam
_______________________

Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:
℟.: Graças a Deus.

HINO DE LOUVOR 
(Gloria - Orbis Factor)

A celebração prossegue com o Hino de Louvor, a não ser que celebre-se um domingo da Quaresma ou do Advento.

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS
SENHOR DEUS, REI DO CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA;
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR,
O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; COM ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. 

AMÉM, AMÉM, AMÉM

ORAÇÃO DA COLETA
(Silêncio)

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremus.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Deus, qui fámulos tuos in tribulatióne pósitos semper miserátus exáudis, pro benignitáte tua grátias agéntes, te súpplices deprecámur, ut, líberi a malis ómnibus, in gáudio tibi iúgiter serviámus. Per Dominum nostrum Iesum Christum, Filium tuum, in unitáte Spíritus Sancti Spiritus, per omnia saecula saeculorum.
℟.: Amen.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

Leitor: Leitura do Primeiro Livro de Reis.
Naqueles dias, secou a torrente do lugar onde Elias estava escondido, porque não tinha chovido no país. Então a palavra do Senhor foi-lhe dirigida nestes termos: “Levanta-te e vai a Sarepta dos sidônios, e fica morando lá, pois ordenei a uma viúva desse lugar que te dê sustento”. Elias pôs-se a caminho e foi para Sarepta. Ao chegar à porta da cidade, viu uma viúva apanhando lenha. Ele chamou-a e disse: “Por favor, traze-me um pouco de água numa vasilha para eu beber”. Quando ela ia buscar água, Elias gritou-lhe: “Por favor, traze-me também um pedaço de pão em tua mão!”. Ela respondeu: “Pela vida do Senhor, teu Deus, não tenho pão. Só tenho um punhado de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na jarra. Eu estava apanhando dois pedaços de lenha, a fim de preparar esse resto para mim e meu filho, para comermos e depois esperar a morte”. Elias replicou-lhe: “Não te preocupes! Vai e faze como disseste. Mas, primeiro, prepara-me com isso um pãozinho, e traze-o. Depois farás o mesmo para ti e teu filho. Porque assim fala o Senhor, Deus de Israel: ‘A vasilha de farinha não acabará e a jarra de azeite não diminuirá, até ao dia em que o Senhor enviar a chuva sobre a face da terra’”. A mulher foi e fez como Elias lhe tinha dito. E comeram, ele e ela e sua casa, durante muito tempo. A farinha da vasilha não acabou nem diminuiu o óleo da jarra, conforme o que o Senhor tinha dito por intermédio de Elias.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 4, 2-3. 4-5. 7-8 (R. 7))

℟. SOBRE NÓS FAZEI BRILHAR O ESPLENDOR DA VOSSA FACE!

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(Lc 4, 18)

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
℣.:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho

EVANGELHO
(Lc 10, 1-9)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que salgaremos? Ele não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não pode ficar escondida uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lâmpada e a coloca debaixo de uma vasilha, mas sim num candeeiro, onde brilha para todos que estão na casa. Assim também brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus”.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Dómine, qui Fílium tuum dedísti nobis, ut nos a morte omníque malo benígnus eríperet, quaesumus, ut hoc sacrifícium cleménter accípias, quod ab aerúmnis líberi tibi in gratiárum offérimus actiónem. Per Christum Dominum nostrum.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
A glória dos santos.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Na assembleia dos Santos, vós sois glorificado, e, coroando os seus méritos, exaltais os vossos próprios dons. Com sua vida nos dais um exemplo, em sua comunhão, um laço de amor fraterno e, por sua intercessão, um auxílio. Assim, confirmados por tão grandes testemunhas, corremos vitoriosos para o combate que nos é proposto, a fim de alcançarmos com eles a imperecível coroa da glória, por Cristo, Senhor nosso.

SANTO, SANTO, SANTO

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR

O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR

ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PELA RECONCILIAÇÃO I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e, desde a origem do mundo, tudo fazeis para sermos santos como vós sois Santo.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Olhai as oferendas do vosso povo e derramai sobre elas a força do vosso Espírito, para que se tornem
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
o Corpo e o Sangue
une as mãos
do vosso amado Filho, Jesus Cristo, no qual também nós somos vossos filhos.

Pres.: Quando outrora estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes com imenso amor, pois vosso Filho, o único Justo, entregou-se à morte, não rejeitando ser pregado no lenho da cruz. Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Ceando com eles,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Depois prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar em si todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice repleto do fruto da videira, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mysterium fidei!
Mortem tuam, Domine, annunciamus et resurrectionem tuam praedicamus. Veni, Domine Iesu!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Fazendo, pois, memória de vosso Filho, Jesus Cristo, nossa Páscoa e certeza da paz definitiva, celebramos sua morte e ressurreição e, aguardando o dia feliz de sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos, Deus fiel e misericordioso, a vítima que nos reconcilia convosco.

Pres.: Olhai, com amor, Pai misericordioso, aqueles que unis a vós pelo sacrifício do vosso Filho, e concedei que, pela força do Espírito Santo, os que participam do único pão e do mesmo cálice sejam congregados em Cristo num só corpo, no qual todas as divisões sejam superadas.

1C: Conservai-nos sempre em comunhão de fé e amor unidos ao Papa Bonifácio Primus. Ajudai-nos a esperar juntos a vinda do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos entre os Santos na morada celeste, ao lado da Virgem Maria, Mãe de Deus, dos Apóstolos e todos os Santos e com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Enfim, libertos das feridas do pecado e plenamente transformados em novas criaturas, felizes cantaremos a ação de graças
une as mãos
do vosso Cristo que vive para sempre.

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Per Christum, cum Christo, et in Christo, tibi, Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria, per saecula saeculorum.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Verbo Servatoris oboedientes et divina eius doctrina formati, audemus dicere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pater noster, qui es in caelis, sanctificetur nomen tuum. Adveniat regnum tuum. Fiat voluntas tua, sicut in caelo et in terra. Panem nostrum quotidianum da nobis hodie. Et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostris. Et ne nos inducas in tentationem, sed libera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Libera nos ab omni malo, Pater, et pacem tuam hodie nobis da. Misericordia tua adiuvantibus, semper a peccato liberi et ab omnibus periculis defensi simus, dum spem beatam et adventum Salvatoris nostri, Iesu Christi, exspectamus.
O sacerdote une as mãos.
Tuum est regnum, potentia, et gloria in saecula!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Domine Iesu Christe, qui Apostolis tuis dixisti: Pacem relinquo vobis, pacem meam do vobis. Nolite aspicere peccata nostra, sed fidem Ecclesiae vestrae; dona ei, secundum voluntatem vestram, pacem et unitatem.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Tu, qui cum Patre et Spiritu Sancto Deus es.
O povo responde:
Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: Pax Domini semper vobiscum sit.
℟.: Et cum spíritu tuo. 

FRACÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio


CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS, DAI-NOS A VOSSA PAZ

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Vós me ensinais vosso caminho para a vida, junto a vós, Senhor, felicidade sem limites. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.


COMUNHÃO 

Inicia-se então o canto da comunhão:

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Mc 16,15; Mt 28,20)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Confitébor tibi, Dómine, in toto corde meo, quóniam audísti verba oris mei.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Omnípotens Deus, qui per hunc panem vitae fámulos tuos et peccáti vínculo liberáre et vires eórum dignáris tua pietáte refícere, da nobis in spem glóriae sine intermissióne profícere. Per Christum Dominum nostrum.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amen.

____________________

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Sac.: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, Dom Guilherme Gabriel de Santana Cardeal Dávila, por graça da Santa Sé Apostólica, Bispo desta Santa Igreja de Brasília, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o  Bonifácio Primus, por nosso Administrador Apostólico Dom Gabriel e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo. 

Pres.:  Per preces et merita Beatissimae Virginis Mariae, Sanctorum Apostolorum Petri et Pauli, et omnium Sanctorum, tribuat vobis omnipotens et misericors Dominus veram et fructuosam paenitentiam, cor paenitentem et emendationem vitae, perseverantiam in bonis operibus, et, condonans omnia peccata vestra, perducat vos ad vitam aeternam.
℟.: Amém.

Pres.: Per intercessionem sanctorum Apostolorum Petri et Pauli, Benedictio Deum omnipotens, Pater et Filius et Spiritus Sanctus, descendat super vos et maneat sempre.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: It missa, est.
℟.: Deo gracia.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.