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COMUNIDADE CATÓLICA DE MINECRAFT - EVANGELIZANDO VIRTUALMENTE

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Livreto Celebrativo | Solene Pontifical de Investidura e Admissão as Ordens Sacras.

 LIVRETO CELEBRATIVO

SOLENE PONTIFICAL DE INVESTIDURA E ADMISSÃO AS ORDENS SACRAS
10.06.2026

SEMINARISTA PEDRO LUCCAS
Presidida por Dom Guilherme Gabriel de Santana Cardeal Dávila

"Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita."
____________________

Celebra-se o Rito da Admissão a candidato as Ordens sacras, quando se pode verificar que o propósito dos aspirantes, baseado nos dotes necessários, atingiu suficiente amadurecimento.

O propósito de receber a Ordem sacra deve ser manifestado publicamente pelos candidatos e recebido também publicamente pelo Bispo ou Superior Maior do Instituto religioso.

A Admissão pode ser celebrada em qualquer dia, exceto no Tríduo Pascal, na Semana Santa, na Quarta-Feira de Cinzas ou na Comemoração dos Fiéis Defuntos. Será, de preferência, na igreja ou capela do Seminário ou do Instituto religioso, por ocasião de um encontro de sacerdotes ou diáconos, durante a Missa ou mesmo durante a Celebração da Palavra de Deus.
    Dada sua natureza, nunca se realize com alguma Ordenação ou Instituição de leitores ou acólitos.

Se a Admissão se faz durante a Missa, pode-se usar o formulário da Missa pelas Vocações às Ordens Sacras

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA
(Ecce sacerdos magnus)

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.

ECCE SACERDOS MAGNUS,
ECCE SACERDOS MAGNUS,

QUI IN DIEBUS SUIS PLACUIT DEO,
ET INVENTUS EST JUSTUS.

IDEO JUREJURANDO FECIT ILLUM 
DOMINUS CRESCERE IN PLEBEM SUAM.

BENEDICTIONEM OMNIUM GENTIUM DEDIT ILLI,
ET TESTAMENTUM SUUM CONFIRMAVIT SUPER CAPUT EJUS.

REQUIEM AETERNAM DONA EIS, DOMINE,
ET LUX PERPETUA LUCEAT EIS.

REQUIESCANT IN PACE.
AMEN.

GLORIA PATRI, ET FILIO, ET SPIRITUI SANCTO,
SICUT ERAT IN PRINCIPIO, ET NUNC, ET SEMPER,
ET IN SAECULA SAECULORUM. AMEN.

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

ANTÍFONA DE ENTRADA

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita.

SAUDAÇÃO INICIAL

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: In  nomine patria, et fili et Spiritus Sancti.
℟.: Amen.

Pres.: Pax vobis. 
℟.: Et cum spíritu tuo. 

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

HINO DE LOUVOR 
(Gloria - Orbis Factor)

A celebração prossegue com o Hino de Louvor, a não ser que celebre-se um domingo da Quaresma ou do Advento.

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS
SENHOR DEUS, REI DO CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO,
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS BENDIZEMOS, 
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA;
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS

GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
GLÓRIA A DEUS, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR,
O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; COM ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. 

AMÉM, AMÉM, AMÉM

ORAÇÃO DA COLETA
(Silêncio)

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremus.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Ó Deus, quisestes prover de pastores o vosso povo; infundi na Igreja o espírito de piedade e fortaleza, que suscite dignos ministros do vosso altar e pregadores do Evangelho corajosos e mansos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amen.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
No ano da morte do rei Ozias, vi o Senhor sentado num trono de grande altura; o seu manto estendia-se pelo templo. Havia serafins de pé a seu lado; cada um tinha seis asas. Eles exclamavam uns para os outros: “Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; toda a terra está repleta de sua glória”. Ao clamor dessas vozes, começaram a tremer as portas em seus gonzos e o templo encheu-se de fumaça. Disse eu então: “Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei, o Senhor dos exércitos”. Nisto, um dos serafins voou para mim, tendo na mão uma brasa, que retirara do altar com uma tenaz, e tocou minha boca, dizendo: “Assim que isto tocou teus lábios, desapareceu tua culpa, e teu pecado está perdoado”. Ouvi a voz do Senhor que dizia: “Quem enviarei? Quem irá por nós?” Eu respondi: “Aqui estou! Envia-me”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

— Ó Senhor, sois minha herança.

— Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio! Digo ao Senhor: “Somente vós sois meu Senhor: Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, meu destino está seguro em vossas mãos! 

— Eu bendigo o Senhor, que me aconselha, e até de noite me adverte o coração. Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, pois se o tenho a meu lado não vacilo. 

—Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto a vós, felicidade sem limites, delícia eterna e alegria ao vosso lado! 

SEGUNDA LEITURA

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos: Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. A um é dada pelo Espírito a palavra da sabedoria. A outro, a palavra da ciência segundo o mesmo Espírito. A outro, a fé no mesmo Espírito. A outro, o dom de curas no mesmo Espírito. A outro, o poder de fazer milagres. A outro, profecia. A outro, discernimento de espíritos. A outro, falar línguas estranhas. A outro, interpretação de línguas. Todas estas coisas as realiza um e o mesmo Espírito, que distribui a cada um conforme quer.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
℣.:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo, Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

INVESTIDURA E ADMISSÃO DOS SEMINARISTAS AS ORDEM SACRAS

Os seminaristas se levantam e seguram as suas vestes em seus lugares.
Pres.: Ó Deus de bondade, que ornais a vossa igreja de ministérios e carismas e a guiais com amor e misericórdia, dignai-vos abençoar estas vestes litúrgicas que serão usadas por estes vossos filhos, que desejam servir fielmente em vosso altar, dignificando a oração do vosso povo e permanecendo constantemente na vossa presença. Possam eles ser confortados pelas virtudes dos vossos sacramentos e caminhar sem tropeço rumo ao banquete celeste que jamais se acaba. Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. 
R: Amém!

Os seminaristas são revestidos da batina e da sobrepeliz e permanecem em seus lugares de pé. 
Pres.: Caros irmãos e irmãs, nós vos recomendamos estes nossos irmãos que hoje se apresentam diante da Igreja para serem admitidos entre os candidatos à sagrada Ordem. Cristo nos deu este preceito: "Rogai ao Senhor da messe que mande operários para sua messe". Conhecendo, portanto, a solicitude do Senhor para com seu rebanho e considerando as necessidades da Igreja, eles se sentem preparados para responder generosamente ao Senhor que os chama, dizendo com o profeta: "Eis-me aqui, enviai-me", confiantes no próprio Senhor no qual depositam a esperança de serem fiéis à sua vocação. O chamado do Senhor é reconhecido e comprovado pelos mesmos sinais que na vida cotidiana manifestam a vontade de Deus às pessoas sensatas. O Senhor conduz e assiste com sua graça aqueles que escolhe para participar do sacerdócio hierárquico de Cristo, enquanto os confia a nossos cuidados, para que, ao reconhecermos sua idoneidade, possamos chamá-los como candidatos comprovados e consagrá-los ao serviço de Deus e da Igreja pelo especial dom do Espírito Santo. Na verdade, pela Ordem sagrada, serão encarregados de prosseguir no mundo a missão salvadora desempenhada pelo Cristo. Associados oportunamente ao nosso ministério, servirão à Igreja e edificarão pela palavra e pelos sacramentos as comunidades cristãs a que forem enviados. Agora, caríssimos irmãos nossos, nós nos dirigimos a vós, que já iniciastes o tempo de formação, no qual aprendeis a viver sempre mais de acordo com o Evangelho, a radicar-vos na fé, na esperança e na caridade. Praticando essas virtudes pessoais, possais crescer no espírito de oração e no zelo de ganhar a todos para Cristo. Agora, pois, impulsionados pelo amor de Jesus Cristo e fortalecidos interiormente pela ação do Espírito Santo, chegastes ao desejo de manifestar publicamente o vosso propósito de consagrar-vos ao serviço de Deus e da humanidade. Com alegria acolhemos a manifestação desse vosso desejo. A partir deste dia, devereis cultivar mais intensamente a vossa vocação. Lançareis mão sobretudo daqueles meios que vos serão oferecidos pela comunidade eclesial encarregada de vos oferecer auxílios e subsídios adequados. Todos nós, enfim, depositando nossa confiança no Senhor, iremos auxiliar-vos com a nossa caridade e com a nossa oração. Portanto, ao serdes chamados pelo próprio nome, aproximai-vos para manifestar o vosso propósito diante da Igreja.

O Diácono ou o Presbítero designado para isso chama os aspirantes pelo nome. Cada um responde:
Seminarista: Presente!

Lista com os nomes: 
  1. Sem. Pedro Luccas

O Celebrante os interroga com estas palavras:
Pres.: Caros filhos, os pastores e os mestres encarregados de vossa formação, assim como as pessoas que vos conhecem, deram de vós um bom testemunho, no qual confiamos plenamente. 

Pres.: Quereis, respondendo ao chamado de Deus, completar a preparação que vos tornará aptos para receber oportunamente o ministério da Igreja pela sagrada Ordem?
Seminarista: Quero!

Pres.: Quereis preparar vosso coração de tal maneira que possais servir fielmente ao Cristo, Senhor nosso, e a seu corpo, que é a Igreja?
Seminarista: Quero!

Pres.: A Igreja recebe com alegria o vosso propósito. Deus, que o inspirou, vos de a graça de realizá-lo.
Seminarista: Graças a Deus! 

O Celebrante e todos os demais se levantam. O Bispo depõe a mitra e o báculo, se os usar. Na Missa se diz a Profissão de fé segundo as rubricas.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Pres.: Professemos todos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam. 
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Em seguida, o Celebrante convida os fiéis a orar, dizendo:
Pres.: Caríssimos irmãos e irmãs, roguemos a Deus e Senhor nosso que derrame a graça de sua benção sobre este vosso servo  que deseja consagrar-se ao serviço da Igreja.
℟.:  Senhor, escutai a nossa prece.

1. Para que este nosso irmão se una mais estreitamente a Cristo e possa ser sua testemunha no mundo, roguemos ao Senhor.

2. Para que possa assumir as preocupações das pessoas e ouvir sempre a voz do Espirito Santo, roguemos ao Senhor.

3. Para que se torne ministro da Igreja, confirmando na fé os seus irmãos e irmãs pela palavra e pelo exemplo e reunindo-os para a participação na Eucaristia, roguemos ao Senhor.

4. Para que Deus envie operários à sua messe e os cumule com os dons do Espirito Santo, roguemos ao Senhor.

5. Para que todos os seres humanos cheguem a plenitude da paz e da justiça, roguemos ao Senhor.

6. Para que todos os nossos irmãos e irmãs que sofrem, participando da paixão de Cristo, alcancem a liberdade e a saúde, roguemos ao Senhor.

Após as Preces, o Celebrante reza:
Pres.: Ouvi, Senhor, as nossas suplicar, e abençoai + com o amor paterno este vosso filho que deseja dedicar-se a vós e servir ao vosso povo no sagrado ministério, a fim de que persevere em sua vocação e, unindo-se ao Cristo sacerdote com sincero amor, possa receber dignamente a missão apostólica. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas:
Pres.: Senhor, acolhei benigno as orações e as oferendas do vosso povo, para que se multipliquem os dispensadores dos vossos mistérios e perseverem sempre no vosso amor. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO
A glória dos santos.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
℣.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, em todos os momentos da nossa vida, na saúde e na doença, no sofrimento e na alegria, por vosso servo Jesus, nosso Redentor. Em sua vida terrena, ele passou fazendo o bem e socorrendo todos os que eram prisioneiros do mal. Ainda hoje, como bom samaritano, vem ao encontro de todos os que sofrem no corpo ou no espírito, e derrama em suas feridas o óleo da consolação e o vinho da esperança. Por este dom da vossa graça, também quando nos vemos submergidos na noite da dor, vislumbramos a luz pascal em vosso Filho morto e ressuscitado. Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando a uma só voz:

SANTO, SANTO, SANTO

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR

O CÉU E A TERRA, PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. 
HOSANA NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR

ORAÇÃO EUCARÍSTICA
PELA RECONCILIAÇÃO I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e, desde a origem do mundo, tudo fazeis para sermos santos como vós sois Santo.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Olhai as oferendas do vosso povo e derramai sobre elas a força do vosso Espírito, para que se tornem
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
o Corpo e o Sangue
une as mãos
do vosso amado Filho, Jesus Cristo, no qual também nós somos vossos filhos.

Pres.: Quando outrora estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes com imenso amor, pois vosso Filho, o único Justo, entregou-se à morte, não rejeitando ser pregado no lenho da cruz. Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Ceando com eles,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Depois prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia, Jesus, sabendo que ia reconciliar em si todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice repleto do fruto da videira, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mysterium fidei!
Mortem tuam, Domine, annunciamus et resurrectionem tuam praedicamus. Veni, Domine Iesu!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Fazendo, pois, memória de vosso Filho, Jesus Cristo, nossa Páscoa e certeza da paz definitiva, celebramos sua morte e ressurreição e, aguardando o dia feliz de sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos, Deus fiel e misericordioso, a vítima que nos reconcilia convosco.

Pres.: Olhai, com amor, Pai misericordioso, aqueles que unis a vós pelo sacrifício do vosso Filho, e concedei que, pela força do Espírito Santo, os que participam do único pão e do mesmo cálice sejam congregados em Cristo num só corpo, no qual todas as divisões sejam superadas.

1C: Conservai-nos sempre em comunhão de fé e amor unidos ao Papa Bonifácio Primus. Ajudai-nos a esperar juntos a vinda do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos entre os Santos na morada celeste, ao lado da Virgem Maria, Mãe de Deus, dos Apóstolos e todos os Santos e com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Enfim, libertos das feridas do pecado e plenamente transformados em novas criaturas, felizes cantaremos a ação de graças
une as mãos
do vosso Cristo que vive para sempre.

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Per Christum, cum Christo, et in Christo, tibi, Deo Patri omnipotenti, in unitate Spiritus Sancti, omnis honor et gloria, per saecula saeculorum.
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Verbo Servatoris oboedientes et divina eius doctrina formati, audemus dicere:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pater noster, qui es in caelis, sanctificetur nomen tuum. Adveniat regnum tuum. Fiat voluntas tua, sicut in caelo et in terra. Panem nostrum quotidianum da nobis hodie. Et dimitte nobis debita nostra, sicut et nos dimittimus debitoribus nostris. Et ne nos inducas in tentationem, sed libera nos a malo.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Libera nos ab omni malo, Pater, et pacem tuam hodie nobis da. Misericordia tua adiuvantibus, semper a peccato liberi et ab omnibus periculis defensi simus, dum spem beatam et adventum Salvatoris nostri, Iesu Christi, exspectamus.
O sacerdote une as mãos.
Tuum est regnum, potentia, et gloria in saecula!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Domine Iesu Christe, qui Apostolis tuis dixisti: Pacem relinquo vobis, pacem meam do vobis. Nolite aspicere peccata nostra, sed fidem Ecclesiae vestrae; dona ei, secundum voluntatem vestram, pacem et unitatem.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Tu, qui cum Patre et Spiritu Sancto Deus es.
O povo responde:
Amen.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: Pax Domini semper vobiscum sit.
℟.: Et cum spíritu tuo. 

FRACÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio


CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS, DAI-NOS A VOSSA PAZ

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Vós me ensinais vosso caminho para a vida, junto a vós, Senhor, felicidade sem limites. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, faça se a oração de comunhão espiritual antes e logo em seguida inicia-se o canto da Comunhão.


COMUNHÃO 

Inicia-se então o canto da comunhão:

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Mc 16,15; Mt 28,20)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Confitébor tibi, Dómine, in toto corde meo, quóniam audísti verba oris mei.

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Alimentados com o pão da mesa celeste, nós vos pedimos, Senhor: por este sacramento do amor, fazei amadurecer as sementes que lançastes com grande largueza no campo da vossa Igreja, a fim de que muitos escolham vos servir nos irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amen.

____________________

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: Dominus vobíscum.
℟.: Et cum spíritu tuo. 

Pres.: Benedicat vos omnipotens deum, Pater, et Filius, et Spiritus Sanctus.
℟.: Amen.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: It missa, est.
℟.: Deo gracia.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.